
Caminhando ao vago...
Jogado ao abismo...
Deprimido ao cinismo...
Liberto ao infinito...
Sem saber o que quer de verdade...
Morre... e retorna a realidade...
Porem a cada morte...
Se esvai a cada momento a liverdade...
O poder da sorte...
Consumido pelo poder da ganacia...
Fazendo assim em redundancia...
Até provocar turbulencia..
Sobre versos que com sua ausencia...
Seriam apenas de uma forma...
Que ao longo se modificam e se torna...
Cada vez mais dificil rimar... o impossivel...
Alcançar... e reclamar o visivel...
De estar cada vez menos despresivel...
Ao marco do infinito invisivel...
Mora o ser do mais alto nivel...
Quebrando mais uma vez a sintônia...
Que delicadamente seguia...
Em um tom sem alegria...
Nem ao menos deixando a hamonia...
De tal forma a trazer ao Fim...
Um tragico lugar sem rima!
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